Sejam bem vindos!

Ola. Bem vindos ao espaço de reflexão sobre nossas carreiras. Comecem a pensar nas suas vidas como uma estrada a ser percorrida com satisfação. Juntos faremos das nossas vidas uma estrada da qual nos orgulharemos. Obrigada pela oportunidade da troca e do crescimento

22 de novembro de 2011

Carreira e estresse: voltando ao assunto

Temos objetivos, temos vontade, queremos realizar. No entanto o estresse tem nos atrapalhado.

Seguem algumas dicas para ajudar.

1.  Identifique o que te estressa: faça uma lista. Escolha aqueles fatores que te estressam e que podem ser resolvidos no curto prazo. Desde torneira que pinga, até pilha de papeis e transito (este o jeito é acordar mais cedo - estressa menos, pelo menos para mim :-)
2.  Pratique a meditaçao: existem varias formas. A que tenho usado é pelo menos duas vezes por dia "esvaziar a mente". Dificil mas nao impossivel.
3.  Identificar modelos mentais: crenças que levam a inferencias - explico melhor em novo post para quem nao lembrar. Ja expliquei em post anterior.
4.  Todo dia (todo dia mesmo) faça uma coisa que determinou que faria, e depois todo o resto. Ajuda a melhorar o nivel de satisfaçao pessoal e de autoestima. Certeza. Experimente. Sugestao: comece fazendo essa "coisa"que te satisfaz, e depois o restante.

Conte suas experiencias e resultados.

E lembre-se: atividade fisica deve fazer parte da sua lista de atividades. Conto porque em novos posts (aqueles que fazem sabem e sentem que melhora o bem estar, disposiçao, dores indesejaveis, alem de ajudar a manter a forma).

Estou por aqui no blog e no e.mail sandrabmr@gmail.com Ate breve.

12 de outubro de 2011

Carreira e criança


Talvez a frase carreira e criança possa tê-los pensar que eu iria falara que a carreira é definida na infância. Provavelmente. O que fazemos depois, quando adultos, é escolher as trilhas (ou não) para a realização da nossa carreira. Ja escrevi sobre isto. Vejam meus primeiros posts.

O que quero comentar hoje é que, quando criança, temos um comportamento que acabamos, por diversos motivos, abandonando: o de sermos curiosos.

Hoje é dia das crianças (12/10).  Sem entrar no mérito da criação da data, quero aproveitar para sugerir que resgatem sua curiosidade. Volte a ser curioso (a).

A curiosidade faz com que agente vá atrás do que nos motiva. Alimenta a nossa carreira. Se vamos atrás do que nos deixa curiosos estamos sendo dirigidos pelos nossos anseios,  nossa ambição, nossa carreira, nossa razão de existir.

Imagine que hoje muitos autores (destaque para Peter Senge) falam numa tal competência de aprender a aprender.  E o que é isto. É ser curioso. Não agir a partir de ideias preconcebidas. É “abrir” a mente para o novo. É ser curioso. É manter a tensão resultado do descontentamento com o presente. É, de forma intencional, buscar conhecimento (s) que possa (m) vir a satisfazer nossa curiosidade de forma cíclica, ou seja, não deixar que a satisfação cesse  movimento do ser curioso.

Voltem a ser curiosos! É fantástico. Aprendemos coisas novas, descobrimos que a vida é infinitamente repleta de experiências ainda não vividas, e que descobrir é fascinante.

Sejam, novamente, a curiosidade da criança que foram. 

12 de setembro de 2011

Carreira e qualidade de vida no trabalho


Porque será que as empresas e o mundo do trabalho estão tão preocupados com sua qualidade de vida? 

O discurso recorrente é o de que empresas e pessoas tem que ser competitivas: capazes de fazer a diferença, ser competentes, gerar conhecimento que agregue valor, e inovar, inovar, inovar....

Para isso as empresas (nem todas - somente aquelas classificadas nas melhores práticas, pasmem!) desenvolvem praticas de qualidade de vida no trabalho: tem academia, lugar para os colaboradores tirarem uma soneca, ler um livro, cabelereiro, plano de carreira com foco nas “reais" motivações daqueles que nelas trabalham, participação nos resultados e/ou lucros, mesas de ping-pong, quadras de tênis, pistas para caminhar, entre outras práticas. Lugares sedutores, e que a maioria acha maravilhosos de se trabalhar. E para aqueles que nelas não trabalham fica a vontade de fazer parte desta 8a. maravilha.

Por outro lado o mercado de trabalho abre cada dia mais cursos de pós-graduação com a promessa de torná-lo empregável, aumentando suas chances de conseguir melhores empregos e ganhar mais (será?). Inúmeras dicas são ouvidas, palestras são dadas que tem por objetivo despertar sua motivação para ser empregável, entre outras formas de sedução para o trabalho.

A cada dia surgem mais coaches que buscam ajudar pessoas e organizações a fazer com que as pessoas desenvolvam comportamentos que as ajudará a manter o emprego, achar outro ou a fazer o individuo ser mais produtivo (ao menos é o que prometem).

Neste rodamoinho do mundo do trabalho você some... Cadê você, sua vida, sua família, sua saúde, seus amigos, seu prazer? É tudo muito "lindo" e sedutor mas a maioria de nós está, a cada dia que passa, mais ansioso, cansado, irritado, infeliz, desmaiando em sala de aula (só neste semestre já tive duas alunas, de 600 alunos, que desmaiaram em plena aula - parece pouco, não é? Mas não é...), brigando por qualquer motivo, sentido-se carente (não se ve e nem ve o outro - pense nisso), etc.

Afirmo que vivemos a era do estresse. O ter tem se sobreposto ao ser. Ser o melhor, estar apto a, fazer a diferença, conseguir, se ultrapassar, estar plugado 24horas por dia no que acontece (muitos tem e.mails conectados nos celulares – um só não é suficiente - notebook, e até na TV!). A exigência das empresas e do mercado de trabalho de forma geral tem passado do razoável. Tem produzido ambientes favoráveis a doenças psíquicas, físicas e emocionais. Estamos doentes. Perdemos a noção do que seja plausível.

Você poderia se perguntar porque sou coach, se este profissional tem ajudado na promoção de ambientes desfavoráveis à saúde como os descritos acima.

Parte da resposta esta no que tenho escrito neste blog. Se você quiser saber mais, faça uma pergunta, um comentário ou me escreva (sandrabmr@gmail.com). Boa semana.


7 de setembro de 2011

Carreira: "cada um de nós compõe a sua historia...".

Uma amiga mandou um e.mail. Quero compartilhar com voces...

"Conta-se que num dia qualquer, Almir Sater estava em São Paulo para uma temporada, e desceu do seu apartamento para tomar um cafezinho num mercado ali perto.
Chegando encontrou Renato Teixeira, que o convidou para experimentar uma viola nova que acabara de comprar.
Enquanto tomavam café, Almir dedilhou a viola e soltou..."Ando devagar"...
Ao que Renato emendou ..."porque já tive pressa".
Dizem que essa maravilha ficou pronta em 10 minutos.
Um dia alguém perguntou ao Almir como essa música fora feita e ele respondeu:
"Ela estava pronta... Deus apenas esperou que eu e o Renato nos encontrássemos para Ele mostrá-la pra gente".
Não sei se é lenda ou verdade... Tanto faz...
Música e letra são espetaculares....
Jóia rara, feita num iluminado momento de inspiração divina.

Como sabemos ser algo divino, especial?
Por ter as 3 qualidades santas que qualificam o que vem de Deus:
1 – traz paz;
2 – é boa para todos;
3 – é perene e verdadeira, ou seja, eterna".

Vejam e ouçam a musica cantada pela Paula Fernandes e Leonardo no link:

29 de agosto de 2011

Vivendo o limite: uma experiência de vida

Viver o limite pode ser uma experiência de vida, e de carreira.

Mas o que é o limite? Uma sensaçao, um sentimento, uma fantasia, uma abstraçao, uma explicaçao, uma crença e/ou uma construçao psiquica na qual confiamos sem questionar?

O que é para voce? Pense em um limite. Geralmente dizemos: "eu nao vou conseguir..."; "esse é o meu limite, nao consigo nada mais do que isto"...Enfim, cada uma expressa o limite para si mesmo e para o outro de alguma forma, em alguma situaçao.

Mas observem: quando expressamos o limite (na forma de ideia, sensaçao, fantasia, crença, etc) nem sequer testamos sua veracidade. Ficamos no campo das ideias, que por suas vez despertam sensaçoes correspondentes à idéia, e paralisamos. Simplismente atuamos como o limite que criamos.

Entao o limite é uma criaçao mental? Acredito que sim, na maior parte das vezes. Faça o teste. Pergunte-se: que limite é este? Aonde sinto-o no meu corpo, o que esta acontecendo para que eu naquele momento recrie o limite? Muitas vezes esse tal de limite desperta medo e insegurança. Mas porque, e para quê? Se voce refletir, geralmente nao vai encontrar base para o aparecimento subito do sentimento de limite, as ideias e fantasias que o acompanham, bem como sensaçoes e emoçoes agregadas, quase que "grudadas".

Passei anos (muitos!) da minha vida acreditando (muito!) que tinha medo de dirigir em estrada. Pensar em digir 50 km nem pensar. Só de pensar eu ja ficava cansada, achando que ia acontecer alguma coisa, e nao via porque tentar ja que era tao penoso.

Recentemente resolvi rever este fantasma. Resolvi pegar uma estrada que para chegar aonde eu queria seriam 1000km. Todos os momentos que pensava no fato, nao deixei  meu pensamento viciado tomar conta da minha mente. Surpresa! Nao senti medo. Nossa, pensei. Cadê o medo, a insegurança e a desistencia? Simplismente nem sinal. Ai, dias depois, peguei a estrada. Cadas vez que o tal do pensamento limite (que representava o tal do limite) aparecia, me perguntava: o que estou sentindo? Como esta minha respiraçao? O que estou vendo? Aonde estou (no carro claro - mas quando estamos no pensamento esquecemos de onde estamos...)? E fui achando a experiência demais, fantastica, divertida (Imaginem, depois de tantos anos...). E fiz os 1000km (ida e depois volta) feliz comigo mesma. Sentindo-me livre (de mim mesma) e vitoriosa (porque estou usando esta experiência em outros momentos). E, ainda, para minha surpresa 1000km em um dia (ida) e 1000km em um dia (volta). Esse exemplo/depoimento pode ajudá-los a entender o que escrevi no inicio desse post: limite? que limite é este? que funçao ele tem na sua vida? Frases e pensamentos prontos sao perigosos: servem para tolher nossa liberdade, e depreciar nossas possibilidades de experiência

A vida é incrivel! Só voce consegue se permitir vivê-la. Conte comigo. Escreva para o meu e.mail sandrabmr@gmail.com ou deixe um comentario se quiser compartilhar sua opiniao.

5 de julho de 2011

Carreira e decisoes inteligentes


Em 11 de abril, no post Coaching para a Carreira, descrevi o processo de coaching  - técnica que pode nos ajudar a dirigir nossa energia para o desenvolvimento de comportamentos que achamos importantes para vivermos a vida com saúde, experienciando nossa carreira.

Apesar de muitos de nós sabermos que existem ações que podemos tomar para dirigirmos nossa energia de forma racional para o atingimento de nossos objetivos, geralmente não agimos dessa forma. Esperamos que as coisas aconteçam de forma natural, “deixando a vida nos levar”.

No entanto, podemos tomar uma decisão “inteligente” e agir com uma dose de sabedoria. Se existe um conhecimento disponível para nos ajudar a viver bem, e se esse conhecimento aponta para o coaching[1] como uma das formas para vivermos melhor, temos que ser proativos – ou seja – reconhecer os nossos limites e procurar atuar no desenvolvimento de comportamentos que temos, mas não usamos; ou que temos, mas não sabemos, ou que não temos e precisamos ter.

Em qual desses grupos de pessoas você se encaixa?

a)    no de pessoas que vem vivendo a vida com saúde, lidando bem com o stress, garantindo relações saudáveis com amigos e família, tendo um bom trabalho, e tendo uma aparência de que se sentem felizes (sorriem, o rosto apresenta expressões não estando sempre de “cara feia)? Se for nesse, você pode aprender novos comportamentos e caminhos para se tornar a cada dia a melhor pessoa que pode ser. Embora você possa achar que está bem e que não precisa fazer nada, deve sim. Deve procurar viver melhor do que já vive por você mesmo e por aquelas pessoas com as quais convive para que possa  influenciá-las de forma positiva para lutarem por uma vida melhor e mais saudável.
b)   no de pessoas que estão passando por situações adversas e não estão conseguindo lidar bem consigo mesmas, precisando ultrapassar (e podem!) essas novas situações com o equilíbrio que gostariam (e conseguem!)? Se nesse, então tem um motivo “forte” para ir em busca do viver com saúde: a vida e sua carreira. Releia os posts de 02 e 09 de maio sobre estresse.
c)    no de pessoas que ignoram o fato de que podem se autoconhecer e reconhecer que tem um potencial para a vida que  desconhecem? Se nesse, então  o coaching1 pode fazer com que descubra que é capaz e que somente se esqueceu disso.
d)   no de pessoas que não estão identificadas nas situações anteriores mas que acreditam que a vida tem um significado que nós seres humanos desconhecemos (ou conhecemos parcialmente) em sua plenitude, e que vive-la é a possibilidade interminável do saborear cores, emoções, experiências e criações infinitas, e de fazer a diferença no meio em que vivem, transformando vidas e construindo relações saudáveis? Se nesse, então tem um motivo por continuar a desenvolver comportamentos que possam te direcionar para continuar cumprindo sua missão de carreira.

A vida é como é não como gostaríamos que fosse. Saber vive-la e se permitir experimentar suas nuances com tranquilidade e satisfação é para poucos. Saber disso e viver é ser humano.

Viver requer uma atitude proativa perante a vida. Use a razão a seu favor: trabalhe-se por sua realização pessoal promovendo ativamente a expressão de sua carreira. Você vai gostar.

O que você acha do que escrevi? Escreva um comentário ou mande um e.mail para sandrabmr@gmail.com e uma ótima semana para você.



[1] Conheço a psicoterapia também como forma de contribuir para com o viver de forma saudável, com mais satisfação, autoconfiança e equilíbrio. Mas existem outras formas. O importante é procurar uma com a qual você se  identifica e agir, fazendo com que você viva mais feliz e satisfeito. 

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Quem sou eu

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Certificada pelo International Coaching Institute (ICI) – 2009 - # 449. Formada em Psicologia (UNIP,1979) e mestre em administração de empresas (EASP/FGV, 2000). Atua como psicóloga nas áreas clinica e organizacional desde 1979, e como coach desde 2006. Professora em cursos de graduação e pós-graduação em Psicologia, Gestão do Conhecimento e Comportamento Organizacional desde 1999. Fluente em inglês. Para contato envie e.mail para sandrabmr@gmail.com @coachonyou (seu twitte de dicas) www.coachingforyou.com.br