Sejam bem vindos!

Ola. Bem vindos ao espaço de reflexão sobre nossas carreiras. Comecem a pensar nas suas vidas como uma estrada a ser percorrida com satisfação. Juntos faremos das nossas vidas uma estrada da qual nos orgulharemos. Obrigada pela oportunidade da troca e do crescimento

8 de setembro de 2013

Empregabilidade: dicas para desenvolver ainda mais...

Muito se fala sobre empregabilidade e já faz tempo. O fato é que temos que desenvolvê-la, não tem jeito. O mercado de trabalho nunca esteve tão competitivo. Se você quer um bom trabalho e/ou se manter em um, tem que investir nela a despeito do estresse que possa causar. Falarei sobre isso em outro post. Ser empregável requer muita dedicação e a certeza de que se não entender o que querem de você e qual a sua carreira, você pode não ter um trabalho amanhã. Para ser empregável você deve, de preferência, unir às suas decisões de desenvolvimento o entendimento de sua vocação, talento ou aspiração; saber quais competências têm e quais deve construir considerando tendências do mercado de trabalho; investir na sua saúde (psico, emocional, física e espiritual); "proteger" sua vida financeira ("pé no chão" nunca é demais); e, manter uma rede de relacionamento identificada como relevante para promover a sua empregabilidade. Então, mãos a obra: faça 4 colunas. Na primeira coloque tudo o que deve ter para ser empregável. Na segunda, considerando seu momento atual, dê-se uma nota de um a dez, onde um é a menor e dez a maior nota. Na terceira coloque a nota que quer se dar dentro de 6 meses a um ano (mas seja realista e saiba reconhecer que tudo tem seu tempo). E por fim, na quarta, identifique uma ação para "chegar lá" (coluna 3).

Dicas de carreira na Revista Exame.

Os textos que estao no link http://exame.abril.com.br/topicos/dicas-de-carreira dispensam comentários. Valem a pena ser lidos e utilizados como reflexão para o nosso dia a dia do trabalho. A opinião de vocês é muito importante para que façamos dessa matéria um ponto de encontro para troca de experiências e pontos de vista.

Carreira: pense bem!

Refletir para agir: essa tem sido a frase que enfatizo para os meus clientes coachees que querem mudar de empresa. Antes de mudar, pedir demissão ou provocá-la (evite fazer isso), pense bem! Conheça qual sua âncora de carreira, suas aspirações e motivações, seus objetivos. Avalie o quanto você está ou não contribuindo para com que estejam sendo atendidos ou não. Em meus atendimentos tenho observado que muitas vezes a pessoa por não ter claros os temas mencionados não se posiciona adequadamente na empresa boicotando oportunidades que poderia ter. Deixar a empresa em que estamos trabalhando nem sempre é o caminho. Temos que refletir, nos conhecer melhor e avaliar o que queremos e o que estamos efetivamente fazendo para atingir (ou não). Se, após essa reflexão, concluirmos que a empresa não tem ambiente e não oferece oportunidades para nossa realização profissional, devemos traçar um plano de ação para a transição do qual faz parte escolher as empresas que gostaríamos de trabalhar. Sair de onde estamos para repetir o que estamos passando hoje não faz sentido. O coaching é um processo que contribui para com que a pessoa tome decisões "com pé no chão" evitando causar a si mesma mais insatisfações do que as que esta passando. Refletir para agir: seja sábio! Cuide de você - evite o estresse da mudança não planejada.

Os desafios da vida

A vida é feita de desafios constantes, diários e ininterruptos. Todos sabemos disso, embora nem sempre gostemos de enfrentar nossos desafios (ou seja, a nós mesmos). O meu trabalho tem sido favorecer o desenvolvimento das pessoas, o que nem sempre é fácil, porque geralmente as pessoas têm dificuldade de mudar. Mesmo quando a mudança é imprescindível (por exemplo, manter uma posição/cargo), relevante (por exemplo, para realizar um sonho pessoal ou de carreira) ou necessária (questão de saúde para resolver, por exemplo, crises de ansiedade ou depressão), é difícil. Nós humanos preferimos ficar onde estamos mesmo que onde estejamos não seja tão bom. Mas viver os desafios é inevitável. Se você não vive agora, vai vivê-los em algum momento. Não tem como evitar. A vida não dá trégua. O que podemos (e muitos de nós fazemos) é protelar. Mesmo que nos custe caro. Mas a vida cobra de algum jeito e esse jeito muitas vezes é a nossa própria consciência do que estamos perdendo da experiência do viver, e repetindo nossas tristezas e insatisfações. Tenho tido a oportunidade de trabalhar com pessoas que se propuseram a enfrentar suas resistências e a procurar forças para a mudança com o objetivo de alcançar seus sonhos e aspirações, pois descobriram que podem ser melhores do que são hoje. Além disso, descobriram que podem se deliciar com cada conquista, vivendo melhor, sendo mais satisfeitas e aproveitando o gosto da vitória sobre si mesmas, muitas vezes melhorando a vida de muitas outras pessoas. A todos os meus clientes e coachees parabéns pela coragem, e obrigada pela oportunidade de participar de suas vidas, comemorando as mudanças conseguidas e as vitórias vividas.

Liderança: querendo que o outro dê certo.

Existem vários conceitos, teorias e pesquisas sobre liderança. Esse assunto vem sendo estudado a mais de um século. Neste post quero abordar liderança tendo por alicerce o exercício da ética. Assim, liderar é querer que o outro dê certo, que tenha tanto ou mais sucesso que você, e que para ele conseguir fazer o que precisa ser feito você precisa dar apoio e ser ético. Você poderia nesse momento me perguntar: mas porque eu quereria que o outro desse certo. Porque os estudos mais recentes sobre liderança têm demostrado que ser ético (no sentido de agir para e querer o bem do outro, do grupo e da sociedade) desenvolve o sentimento de confiança e esse é fundamental para que o outro dê o melhor de si, faça o melhor que pode fazer e sinta-se respeitado e valorizado. Considerando-se que o conhecimento das pessoas é fundamental para a produtividade, o líder que desperta e cultiva a confiança por meio do exercício da ética tem acesso ao conhecimento das pessoas que com ele trabalha, favorecendo ambientes de compartilhamento e colaboração, fundamentais para o trabalho em grupos e equipes. Considerando esse tema, convido os leitores a pensar que essa atitude (ser líder querendo que o outro dê certo) pode ter efeitos semelhantes nos ambientes familiares e de amizade.

Ser pai ou mãe: uma papel que devemos desempenhar

O titulo deste post não traz nenhuma novidade. Todos que somos pais ou mães sabemos que temos que desempenhar um papel. Mas será que sabemos que temos, e que esse papel tem que ser exercido de forma intencional algumas vezes? Acho que não. A maior parte das pessoas que conheço age como pais e mães como parte da vida - vão vivendo, "engolidos" pelo dia a dia. Além disso, não tomam a responsabilidade da formação de suas crianças de forma pensada, ou seja, dedicando todos os dias um tempo especifico (definido/determinado) para exercer esse papel. Ser pai ou mãe é desempenhar efetivamente um papel de mediador na formação das crianças. Imagine que você seja um professor e que vai dar uma aula. Assim como o professor, você precisa parar o que está fazendo e dar atenção à criança. E também deve parar e dar atenção quando a criança pede esse momento. Faça isso (parar e dar atenção de forma programada - no seu tempo; e parar e dar atenção quando solicitado) pelo menos uma vez por dia. Com certeza você estará desempenhando seu papel e contribuindo para com o desenvolvimento psicossocial de seus filhos. Dizer que não tem tempo é não exercer seu papel e faltar com sua responsabilidade para com o desenvolvimento de seus filhos. Fazendo isso, você vai ajudar seus filhos a serem mais saudáveis e, provavelmente, mais felizes, pois se sentirão protegidos, acolhidos e cuidados, o que certamente os ajudará a estabelecer relações saudáveis com o mundo. Ter filhos requer dedicação, atenção, disponibilidade e responsabilidade. A saúde das crianças depende da "ajuda" que efetivamente tiverem, dos pais em especial, para se desenvolverem, conhecerem o mundo, construírem relações e estabelecerem vínculos. Muitas vezes uma criança inquieta, "hiperativa", irritadiça, "chorona" e “rebelde" está se comportando assim porque está demonstrando que falta seus pais terem momentos efetivamente dedicados somente a elas. Pense nisso e faça sua parte.

Da tristeza e do bem estar

Somos cobrados diariamente para mostrarmos sucesso, demonstrações de alegria e “alto-astral”, disposição constante, corpo escultural, pro-atividade, entre outros estados “maravilhosos” de saúde e alegria duradouros. Como se isso fosse natural! Essa cultura do êxito e “alegria” nos é transmitida desde crianças, quando somos educados a sermos triunfantes, bem sucedidos, animados e até eufóricos. Não há lugar para o fracasso, a tristeza, a dúvida ou a problematização. Portanto, não aprendemos a lidar com a perda, o luto, a frustração e a tristeza. O que interessa é o momento imediato, a experiência espetacular. O estar sempre bem. E se não conseguimos, temos à disposição poderosas soluções para a falibilidade humana produzidas por grandes laboratórios farmacêuticos que prometem (e cumprem) saídas mágicas para estados de tristeza, estresse, angústia e cansaço resultantes desse estado de cobrança de uma sociedade que nos exige resultados “positivos” 24h por dia, 7 dias por semana; bem como para estados provocados por perdas e lutos reais pelos quais passamos em maior ou menor grau todos os dias (desde o não atendimento a desejos e necessidades diárias até a perda de pessoas queridas). Também temos à disposição drogas ilícitas, comercializadas pelo narcotráfico. Ou seja, um arsenal para evitar sentimentos tidos como ruins. E assim vivemos na contramão do que é ser humano. Como resultado, vivemos ansiosos, insatisfeitos, com baixa autoestima e inseguros. Fazem parte da natureza humana sentimentos de perda, luto, frustração e tristeza pela impossibilidade de realização de nossos desejos e atendimento às nossas necessidades, bem como sentimentos de dor pela falta. Precisamos sentir a tristeza, a dor, o vazio, a frustração. Precisamos chorar. Esses sentimentos são humanos e precisam ser vivenciados. A falta da permissão em senti-los pode contribuir para o surgimento de sintomas depressivos e estados de melancolia, quando não levam à depressão ou outras doenças. Como você pode não estar mais acostumado a se autorizar a ter essas experiências, comece reconhecendo que são importantes por ser da nossa natureza. Não se ache um ser estranho se elas vierem à tona, muito menos julgue-se um desajustado ou “problemático”. Aos poucos volte a conviver com elas e, portanto, com você mesmo. Brigue menos contra sua natureza e evite criticar-se quando das vivências desses sentimentos. Aos poucos você vai notar que, da experiência vivida (e não negada), resulta um bem-estar, uma tranquilidade e, por que não, uma ampliação das possibilidades de suas experiências de vida.

Participantes

Quem sou eu

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Certificada pelo International Coaching Institute (ICI) – 2009 - # 449. Formada em Psicologia (UNIP,1979) e mestre em administração de empresas (EASP/FGV, 2000). Atua como psicóloga nas áreas clinica e organizacional desde 1979, e como coach desde 2006. Professora em cursos de graduação e pós-graduação em Psicologia, Gestão do Conhecimento e Comportamento Organizacional desde 1999. Fluente em inglês. Para contato envie e.mail para sandrabmr@gmail.com @coachonyou (seu twitte de dicas) www.coachingforyou.com.br