Sejam bem vindos!

Ola. Bem vindos ao espaço de reflexão sobre nossas carreiras. Comecem a pensar nas suas vidas como uma estrada a ser percorrida com satisfação. Juntos faremos das nossas vidas uma estrada da qual nos orgulharemos. Obrigada pela oportunidade da troca e do crescimento

6 de abril de 2010

Vivendo com modelos mentais

Modelos mentais sao imagens, pressupostos e estórias que trazemos em nossas mentes acerca de nós mesmos, de outras pessoas, das instituições (casamento, família, filhos, igreja, entre outras) e de diversos aspectos do mundo e da vida. Constituem verdadeiros “mapas mentais” cognitivos com os quais navegamos pelos diversos ambientes de nossas vidas. Esses modelos nos levam a perceber e enxergar fatos, experiências, pessoas sob suas lentes. Na maioria das vezes reproduzimos sentimentos e emoções a partir dos mesmos.


São alimentados por valores e crenças que aprendemos desde a nossa infância, estendendo-se ao longo das nossas vidas. A possibilidade de vivermos satisfeitos, livres, e aproveitando o que nos acontece existe. Ocorre que os modelos mentais não nos permitem agir e viver dessa forma. Funcionam com barreiras e defesas à experiência do “aqui e agora”. Vivemos o passado. Alimentamos o passado. Funcionamos dessa forma grande parte da vida. Quanto tempo você experimenta e usa seus modelos mentais para impedir a oportunidade de viver, de ser livre de idéias pré-concebidas? Já pensou nisto? Vivemos em prisões psíquicas construídas por nós mesmos.

Na área da Psicologia, o termo modelo mental refere-se tanto aos mapas tácitos semipermantes do mundo que as pessoas retêm em sua memória de longa duração como às percepções de curto prazo que as pessoas constroem como parte dos seus processos diários de raciocínio. Os modelos mentais se expressam e manifestam por meio da linguagem (Angeloni, 2003). Se a linguagem é polissêmica (apresenta diferentes significados, meios de expressão e alterações semânticas) e ambivalente, estamos com o desafio pela frente. Não é a toa que as pessoas não se entendem. Cada um fala uma coisa, baseado no seu modelo, que o outro não conhece, e quer que o outro entenda. E geralmente não fazemos qualquer esforço por conhecer nossos modelos, suas motivações (interesses), e muito menos por deixá-los de lado ou favorecermos a possibilidade da construção de experiências novas, atualizadas ao momento que estamos vivendo. E vivemos brigando, criticando, construindo momentos de conflito, querendo que os nossos modelos ditem as regras de convivências, e deixando a vida passar. Quais são os seus modelos mentais? A que servem? Pare, respire e olhe. Seja você por um instante.

22 de fevereiro de 2010

Trilha, responsabilidade e carreira

Tenho escrito que a trilha é uma decisão que pode nos aproximar ou afastar de nossa carreira. Tenho observado e acompanhado a vida de pessoas (o que inclui a minha) e noto o quão difícil é para todos nós tomarmos decisões, agindo com responsabilidade.


Entendo por responsabilidade a atitude de respondermos por nossas próprias ações, o que pressupõe o exercício do livre-arbítrio que por sua vez se apóia no conhecimento e domínio das razões ou motivos que nos levam a tomar decisões, e a agirmos.

Viver com responsabilidade é buscar a reflexão ética sempre que possível, em todos os momentos em que tomamos decisões, falamos, sugerimos, em fim - vivemos.

Sempre que possível porque não estamos conscientes de nossos atos a todo o momento. Muitas vezes agimos de forma automática. O que não impede que a reflexão ocorra depois, e que os ajustes e as correções necessárias sejam feitos, quando for o caso.

Viver de forma responsável não é tarefa fácil. Significa buscar o autoconhecimento, o que leva ao entendimento do que esta por trás de nossas ações, das intenções que temos, e das razões pelas quais assumimos determinada direção em nossas vidas. Isso não só porque nossas ações e decisões nos afetam diretamente, mas porque agem sobre o próximo, afetando sua vida de alguma maneira.

Estou convicta de que o autoconhecimento é necessário para viver uma vida saudável, e eticamente responsável. Sua promoção nos ajuda a tomarmos decisões que contribuem para com nossa saúde (mental, espiritual, física), dando significado à nossas vidas (exercício da carreira), e cuidando para que pessoas de nossa convivência não sejam usadas para atender nossas necessidades e anseios, ou mesmo se tornem depositários de nossas frustrações, angustias e neuroses.

Pense como você pensa, entenda a origem de suas ações, e compreenda o significado dos seus sentimentos. A vida é sua, as decisões e ações são suas, portanto: reflita, mude quando preciso, e cuide de você. Cuidando de você, com responsabilidade, você vai estará cuidando do outro.

Como eu disse, viver de forma responsável é difícil, dá trabalho, mas eu tenho certeza que nos conduz à saúde, à satisfação e à realização.

26 de janeiro de 2010

Carreira, disposição e realização.

Muitos de nós sabemos o que temos que ser e fazer para construirmos uma carreira com sentido e significado. Mas parece que a “vida” nos atrai para caminhos (trilhas) que nada ou pouco tem a haver com nossa carreira. O ritmo frenético do dia a dia, as obrigações que nos são impostas ou que assumimos por impulso (o uso de cartão de credito acho que é o pior – compramos o que não precisamos com o que não temos), informações que chegam por e.mails, sites de relacionamento, grupos a que pertencemos (de trabalho ou não), uma cultura voltada para que sejamos ágeis, inovadores, conhecedores de muitos assuntos (como se fosse possível), o trânsito, a chuva (a cidade de São Paulo tem sido campeã neste quesito para quem mora nela), e – como não poderia faltar – a educação que tivemos. A maioria de nós foi educado a fazer tudo bem feito, a obedecer ao que os pais entendiam como certo, a estudar o que era tido como importante pela escola que freqüentávamos, a perceber e pensar sob o filtro da família a que pertencíamos, e a desenvolvermos um ritmo de resposta que atendesse aos grupos a que pertencíamos. Enfim, uma correria e um esforço imenso em atender às demandas que vinham do mundo exterior. Com isso nossa capacidade de triar o que realmente nos importa, de mantermos o foco na nossa carreira (entendida como a expressão de nossa razão de ser) e, no que precisamos fazer para manter nossa saúde está prejudicada! O pior é que passamos a acreditar que a forma que vivemos a vida é boa – dormimos mal, comemos correndo, somos “adrenalina” pura (ansiosos ou deprimidos em algum grau), mal convivemos com aqueles que queremos, repetimos o que aprendemos na infância, geralmente sem refletir se realmente é bom para nós, e corremos atrás de realizar uma carreira que nem sabemos qual é. A impressão que tenho é de que a maioria das pessoas esta “enlouquecida”, e doente. Muitos chamam este “fenômeno” de sucesso, e outros o sentem como estresse. Nesse cenário, o mais “maluco” é que a maioria das pessoas com quem converso acha “normal”, e quando passa a não achar, não consegue mudar essa forma de funcionar, de agir.


Você acha que o que escrevi acontece com você? Que o estilo de vida que vem tendo drena sua energia?

Mudar esta situação não é fácil, mas é possível. Eis aqui algumas sugestões:

a) respire (mas você tem que se concentrar no ato de respirar – perceba seu peito e diafragma movimentando-se). Comece com cinco respirações, e depois vá aumentado a freqüência e periodicidade;

b) faça exercícios regularmente – comece com uma caminhada ou ida a academia uma vez por semana, procure chegar a três. O “mundo” vai conspirar para que você não faça – tudo vai ser mais importante – assim, não pense, faça;

c) ocupe seu pensamento com o que esta acontecendo no momento. Para mim essa sugestão é uma das mais difíceis. Vivemos correndo atrás do próprio pensamento. Se não tivermos atividades e “coisas” para pensar, temos a impressão de que não estamos vivendo ou de que não vamos dar conta do que tem que ser feito etc. Viver e pensar o momento é um desafio!

Certo dia, li: “É difícil viver no presente, ridículo viver no futuro e impossível viver no passado. Nada é tão distante quanto a um minuto atrás” (Jim Bishop). Pare, respire, olhe e perceba seu corpo. Você não vai produzir menos por agir dessa forma.

Experimente e me conte. “A vida não é um ensaio de estresse” (Loretta Laroche). Sua carreira depende de sua disposição para ser realização.

9 de dezembro de 2009

A carreira e a trilha nossa de cada dia

Meu trabalho como terapeuta e como coach tem me mostrado que a carreira é única. Assim, cada um de nós percorre um caminho na vida. O que tenho reforçado em meus posts é que esse caminho precisa ser conhecido, consciente e responsável. Deve ser escolhido por nós. E esta escolha, consciente, nos torna responsável por ele. Por exemplo, entre no site http://www.psico.ufsc.br/sop2/ancora/pages/inventario.php Veja qual a sua Âncora (conceito desenvolvido por Edgar Schein) identificá-la pode ajudar esclarecer a base da sua estrada ou carreira. Claro que é só um instrumento. Mas tem sido utilizado e estudado. Ajuda a entender porque priorizamos certas coisas, e porque tomamos determinadas decisões. Obviamente, a forma de trilhar esta carreira é única, individual. Cada um de nós tem um conjunto infinito de comportamentos, situações e dimensões que interferem na forma de concretizar essa carreira. Às vezes tropeçamos no caminho porque precisamos resolver questões pontuais como perda de trabalho, mudança de estado ou pais, doença, entre outras. Mas não podemos perder o foco. Eu, por exemplo, tenho minha âncora em competência técnica o que significa que eu deveria identificar e participar de situações aonde eu pudesse aplicar e desenvolver constantemente minhas habilidades a um nível cada vez mais alto. Isso me traria (e traz) um senso de identidade e utilidade. Claro que eu ter esta Ancora como base não significa que as outras também não sejam importantes. Mas sempre haverá uma espécie de escala de prioridade. No meu caso, minha segunda Ancora é Estilo de Vida. Essa pede que eu procure equilibrar a experiência da competência técnica considerando questões familiares e pessoais. Para mim este equilíbrio é um desafio. Mas o tenho como norte, o que ajuda muito a ter foco nas escolhas e decisões que tenho feito.


Até aqui escrevi sobre carreira. As trilhas também são bem individuais. O que tenho notado é que para cada um de nós existe uma forma de realizar e viabilizar um objetivo. Embora as palavras possam ser as mesmas, a maneira de fazermos acontecer é individual. Organização, foco, contribuição, resultado, amor, ajuda, etc. são palavras que significam coisas totalmente diferentes para cada um de nós. Aqui também é importante conseguirmos identificar o que, na prática, cada uma delas significa. O trabalho de coaching é fantástico para ajudar a pessoa a saber exatamente o que significa cada palavra e como colocá-la na prática. Quando isso acontece a pessoa apropria-se de si mesma, aumenta seu nível de satisfação e percebe-se inserida em um contexto social. Experimente e me conte. Você pode postar uma resposta ou me mandar um e.mail.

9 de novembro de 2009

O quanto a sua carreira é importante para você?

Vivemos dizendo que não temos tempo. Eu mesma faço isto. Preciso me policiar para não pensar e nem agir desta forma. Não sei por que. Parece uma frase que já aprendemos desde cedo. E é com este argumento que dizemos que não pensamos em nossa carreira, caminho tão importante de nossas vidas. Caminho este que define em grande parte o que somos, seremos e teremos. Mas como fazer? Uma forma é lembrando que o tempo é finito. Sim, o tempo é finito. Geralmente agimos como se tivéssemos 36 horas por dia e talvez uns oito ou dez dias por semana. Ou seja, achamos que podemos tudo, que tudo vai dar para fazer, e nos colocamos em uma armadilha. Ficamos ansiosos, correndo, mal temos tempo para comer e outras coisas que são importantes, como dormir, conversar, etc.


Então temos que começar assumindo que o tempo é finito. Se é finito (e é). Temos 24 horas por dia e 7 dias por semana. Nem mais, nem menos. Depois, temos que listar o que fazemos todos os dias, por 7 dias, colocando os tempos usados para realizar as atividades.

Liste tudo! Almoço, trânsito, café da manhã, academia (se não faz, pode começar a fazer – o exercício físico é fundamental para viver bem), filhos (quando for o caso), namorado, marido, amigos, telefonemas, e.mails, etc.

Paralelamente, se pergunte: o que é muito importante para mim? Pense bem: o que é importante para você. Não são muitas coisas. Têm que ser no máximo 5 para um horizonte de 3 a 4 meses! Com esta resposta você vai responder ao que realmente deve ter a sua atenção e dedicação quanto ao tempo nesse momento da sua vida.

Por exemplo, para mim é o workshop que vou dar em 28.11. http://www.text.com.br/pt/cursos-e-seminarios/31-refletir-para-agir-o-autoconhecimento-na-pratica. Trata-se de uma decisão de carreira, uma escolha pessoal e profissional (já que apoiar pessoas no seu desenvolvimento é minha missão de vida). Além disto, tenho como prioridade a saúde, os filhos e minhas aulas. Mas tenho umas 20 atividades diárias que listei.

Faça uma comparação entre as 5 atirividades fundamentasi e as que você vem fazendo. Levou um susto, não é? Então comece a mudar. Você tem que dedicar tempo ao que realmente é importante para você, e procurar adaptar o restante. Algumas você vai acabar parando de fazer ou vai fazer pouco. Não tem jeito. O tempo é finito e tem que ser bem aproveitado. Essa ação vai aumentar seu nível de satisfação pessoal, te deixar mais feliz e garantir realizações.

E a pergunta inicial? Quanto a sua carreira? Espero que essa esteja entre as suas prioridades. No meu caso, o dia 28.11 é uma ação (ou trilha) que faz parte de minha carreira que venho construindo há anos. A diferença hoje, é que estou mais focada e atingindo minha missão com maior satisfação e resultado.

Pare, reflita, identifique prioridades com foco na sua carreira, entre outros aspectos (lembre-se: no máximo 5) e você vai ter tempo e saúde.

14 de outubro de 2009

Quero sossego! O que fazer?

Vivemos correndo. Nunca temos tempo para nada. O trânsito (para quem vive em São Paulo) é um caos perfeito. Usamos de 3 a 5 horas por dia dentro de um carro ou ônibus tentando chegar a algum lugar. Ai você trabalha, e geralmente também estuda. Por aqui se você não está constantemente buscando se atualizar e engordar o seu currículo com um bom curso de pós-graduação está “frito”. E o que acaba acontecendo é que nos perdemos em alguma etapa dessa confusão toda. É quando ouvimos amigos, parentes, alunos e clientes nos dizendo que sentem falta de alguma coisa. Que estão infelizes, que não sabem o porquê de tudo isso. Quando mal começam a ser perguntar, a correria tem início novamente. Como resultado dessa “loucura” e agitação que vivemos, ganhamos a falta de sentido e significado da vida, dificuldade para dormir, ansiedade e depressão. Alem dessas coisas comemos um “monte”, gastamos com roupas, doces e outros itens sedutores, e continuamos infelizes e com um sentimento de que falta alguma coisa. Não é incrível! Na verdade é um absurdo.


Mas tem jeito. Não vai ser fácil, já que tudo que nos rodeia nos seduz ou já estamos “atolados” numa roda viva que teremos dificuldade em interromper.

Cheryl Richardson diz em um de seus livros que “em nossa cultura, voltar os olhos para dentro é como desafiar a gravidade. É fazer o oposto daquilo que o mundo inteiro espera que você faça”. Para ela ( e muitos outros estudiosos das doenças psicossomáticas) a falta de relacionamento consigo mesmo afeta todas as outras áreas da sua vida, desde seu sucesso profissional até os relacionamentos amorosos, a capacidade de ser feliz, e de ter uma vida plena de significado.

Mas você pode mudar o "jogo".  Para isso pare. Respire. Muito bem! Domine-se. Agora pense em alguma coisa que quer muito, mas que não seja “material”. Por exemplo: quero poder não fazer nada, deitar no sofá da minha casa e ler um livro (um romance, claro – nada de ler assuntos relacionados ao trabalho ou noticias do dia a dia). Faça isso pelo menos três vezes por semana, por 10 minutos a cada vez. Tem que ser intercalado. Não pode ser no mesmo dia e nem em dias consecutivos.

São 10 minutos. Se passar não tem problema. Mude o ciclo. Assuma o controle sobre você.

Para isto você esta proibido de dizer que não consegue, que não vai ter tempo. Use uma frase afirmativa. Por exemplo: vou ler 10 minutos do livro X. Vou andar 10 minutos na rua. Vou bordar...Enfim, escolha coisas que te tragam satisfação. Que te alimentem a alma (se podemos dizer assim). A meta é chegar a 30 minutos três vezes por semana.

5 de outubro de 2009

Você quer ter uma vida melhor?

Na semana passada desafiei-o a pensar no que te faz sentir bem (veja quadro “pense bem antes de responder”). Do que respondeu sugeri que escolhesse uma atitude e começasse a agir. Provavelmente foi difícil. Geralmente é. Vivemos a vida numa correria tão grande que perdemos a noção do que nos faz bem, ou de como fazer para isto acontecer. Mas parabéns, ter pensado no assunto já é um grande passo.


Vou dedicar este post a sugerir um caminho para uma ação que seja importante para você, mas de difícil realização.

Digamos que você tenha escolhido a atitude: encontrar meus amigos ao menos uma vez por mês. Ou talvez você tenha escolhido fazer economia, pois tem gasto mais do que pode.

Agora crie a seguinte afirmação:

“Encontrar meus amigos me faz feliz” ou “Vou me sentir orgulhosa de conseguir ser responsável com o meu dinheiro”. Registre o sentimento que a afirmação de traz. Esse sentimento vai ajudar na luta por conseguir agir.

Agora, coloque esta afirmação em locais aonde somente você pode ler.

Em seguida enumere ações que te levarão a realizar a atitude que vai te deixar efetivamente satisfeito, e se sentido vencedor. Sim, vencedor. Quando conseguimos fazer algo que achamos que não vamos conseguir é o máximo. Experimente! É muito bacana.

Para o item ação você precisa descrever O QUE deve fazer para conseguir a atitude e o estado de espírito que a afirmação me traz. Geralmente você já teve esta atitude. Recupere na sua memória.

Seu plano vai ficar assim:

Atitude =

Afirmação =

Ações =

Tendo duvidas, gere um comentário. Conseguindo, compartilhe com o blog.

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Quem sou eu

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Certificada pelo International Coaching Institute (ICI) – 2009 - # 449. Formada em Psicologia (UNIP,1979) e mestre em administração de empresas (EASP/FGV, 2000). Atua como psicóloga nas áreas clinica e organizacional desde 1979, e como coach desde 2006. Professora em cursos de graduação e pós-graduação em Psicologia, Gestão do Conhecimento e Comportamento Organizacional desde 1999. Fluente em inglês. Para contato envie e.mail para sandrabmr@gmail.com @coachonyou (seu twitte de dicas) www.coachingforyou.com.br